Valente Reis Pessali Sociedade de Advogados se consolida como referência nacional e internacional no assessoramento de pesquisadores brasileiros vinculados à Capes e ao CNPq

Nos últimos anos nosso escritório foi responsável por assessorar com sucesso centenas de pesquisadores vinculados à Capes e ao CNPq, no Brasil e no mundo. O acompanhamento de uma infinidade de situações nos coloca em posição estratégica na busca de soluções para casos de alta complexidade e nosso atendimento atencioso e próximo aos clientes, mesmo de forma virtual, assegura tranquilidade em momentos de estresse e pressão emocional.

Nossos anos de experiência nos permitem diagnosticar um padrão de comportamento das agências de fomento que, muitas vezes, configura-se como arbitrário e pouco cuidadoso no trato com os pesquisadores. Sabemos que o ensino superior e a pesquisa no Brasil vêm passando por um processo de desmonte, o que se verifica facilmente a partir da análise dos constantes cortes orçamentários antes destinados à área, promovendo a precarização também administrativa das agências de fomento brasileiras.

A Capes vem sendo alvo de sucessivos cortes desde 2015, quando atingiu seu pico histórico de financiamento. O valor previsto para 2021 é de pouco mais de R$ 3 bilhões, o que corresponde a um corte de 14% em relação a 2020, que já foi um ano de escassez extrema de recursos. Em termos reais (valores corrigidos pela inflação), os recursos atingiram R$ 9,7 bilhões em 2015, ou seja, mais de 3 vezes o valor destinado em 2021. Os prejuízos são incalculáveis para a pesquisa no país.  Além disso, do total dos R$ 3 bilhões, pouco mais de R$ 1,1 bilhão está pendente de aprovação legislativa posterior.

Em 2021, foi destinado ao CNPq um valor muito abaixo do que o destinado em 2020, cujo orçamento já havia sido bastante comprimido. Analisando a série histórica dos últimos 10 anos de financiamento da agência, fica evidente que o valor destinado em 2021 representa cerca de 40% do valor destinado em 2013 em termos reais (valor corrigido pela inflação). 

Fonte: Planos Plurianuais de Ação Governamental

Fato é que referidos cortes de recursos não podem justificar e tampouco convalidar atos administrativos desproporcionais, desarrazoados, em desconformidade com a boa-fé e a primazia do interesse público, como vem ocorrendo com frequência. Nesses casos, passa a ser possível, inclusive, o controle judicial de legalidade das decisões das agências de fomento, que podem ser revertidas.

A situação descrita coloca os pesquisadores brasileiros face a decisões que antes não haviam sido previstas: 

Essas e outras perguntas vêm sendo respondidas por nós em posts aqui no blog, e por isso atuamos regularmente com consultas, em que conseguimos aprofundar as soluções junto a nossos clientes, caso a caso. Hoje, a partir das centenas de assessoramentos já realizados, somos capazes de responder às dúvidas acima a partir das especificidades do pesquisador, realizando análise de riscos e elaborando em conjunto a melhor estratégia a ser seguida.

Caso tenha se identificado com alguma das ponderações acima, não deixe de entrar em contato e marcar uma reunião. A Valente Reis Pessali Sociedade de Advogados pode te ajudar!

Gustavo Marques Pessali - Advogado Sênior e Sócio Fundador

Gustavo Pessali

Advogado Especialista em Terceiro Setor

Advogado mestre pela UFMG com ênfase em Direitos Humanos (França e Argentina). Atuou na Comissão Interamericana de Direitos Humanos e é advogado e consultor há mais de 10 anos, com passagem por assessoria parlamentar e atuação no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no Supremo Tribunal Federal (STF). Especialista em Terceiro Setor, assessora fundações e associações com foco em governança, Marco Regulatório do Terceiro Setor (MROSC), captação de recursos e prestação de contas junto a órgãos de controle, como Tribunais de Contas.

OAB/MG n. 162.960